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Massacre na creche mudou a segurança pública nas escolas

Desde o fatídico dia que marcou a história de Blumenau de uma maneira tão trágica, a segurança pública nas unidades escolares mudou de maneira significativa e para melhor. A partir desta data, criou-se uma discussão sobre segurança escolar, tema quase ou nada discutido até então. Infelizmente, foi preciso a morte de 4 inocentes, para que alguma decisão fosse tomada.

Hoje, após um ano, muitos projetos e programas foram desenvolvidos entre a segurança pública, as unidades de educação municipal e estadual e a contratação de segurança privada. Com o intuito de prevenir possíveis práticas terroristas em locais com muitas vítimas, a desordem e crimes nas escolas, a Polícia Militar desenvolve ações permanentes nas escolas. Através da Operação Minha Escola e do Programa de Segurança Escolar, a PMSC realiza policiamento frequente dentro e fora dos colégios.

A técnica consiste em treinar os professores e funcionários para se defenderem de possíveis ações criminosas. O programa se aplica em 3 pilares, a seguir o Capitão Jorge explica o que é o indicado fazer nesses momentos

A Polícia Militar de Santa Catarina, com o intuito de mitigar ações como de saudades de Blumenau, orienta a adotar o protocolo norte-americano que contém as condutas de fugir, esconder e lutar. A primeira ação do protocolo é fugir, onde é fundamental saber de onde vem a ameaça e correr para o lado oposto. Conhecer o local onde se encontra, saber as rotas de fuga e deslocar com cautela para o local que está de seguro. Vale ressaltar para não se importar com objetos pessoais e materiais, o importante é a sobrevivência. A outra opção é esconder, permanecendo de forma silenciosa em um local seguro. Analise a mobília da sala em que você ocupa, otimizando para o caso de precisar bloquear a sala, examinando estrategicamente locais para ficarem cobertos e para se posicionar em caso de ataque. Por fim, a conduta de lutar, que deve ser tomada como último recurso quando não houver como fugir ou se esconder. Utilize objetos que possam servir como arma para se defender, e examine locais onde poderia ficar posicionado para atacar de surpresa o agressor.

Pensando no melhor para as crianças e adolescentes, o Secretário Municipal de Educação, Alexandre Matias, comenta quais medidas preventivas foram adotadas nas redes municipais a partir daquele dia

Revivendo sentimentos muito dolorosos, relembrando o que aconteceu aqui nas nossas cidades no dia 5 de abril de 2023. É importante a gente relembrar que uma semana após o ocorrido, nós já disponibilizamos 150 vigilantes armados para todas as nossas 131 unidades. Além disso, nós fizemos uma capacitação com todos os nossos quase 5 mil servidores, uma capacitação em parceria com a Polícia Militar de Santa Catarina, para que todos tenham conhecimento das prevenções com relação a uma situação como essa. Estamos fazendo a instalação de câmeras de monitoramento e botões de emergência de alerta interligados com a Polícia Militar e também com nosso Centro de Operações da Prefeitura. Também estamos fazendo um melhoramento do cercamento e também do muramento das nossas unidades para que nós tenhamos ainda mais segurança também nas questões físicas da rede pública municipal, sem falar também do nosso plano de contingência que já foi elaborado e está sendo colocado em prática para que nós tenhamos uma rede pública municipal ainda mais segura, sem somar dúvidas. Nosso objetivo maior é a segurança das nossas crianças, dos nossos estudantes, dos nossos profissionais de educação para que todos os pais e familiares tenham a tranquilidade necessária.

Em comitiva por Blumenau, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, informou várias novidades na segurança pública do Estado, e destacou a participação da força policial na área cibernética.

Desde a Constituição do CYBERLAB, em agosto, por determinação, para monitorar a rede social, nós identificamos 26 possíveis ataques em escolas. E nós atuamos preventivamente, evitando que esses ataques não acontecessem. Desses 26 casos, grande parte não foi nem em Santa Catarina. Tivemos casos no Rio Grande do Sul, em São Paulo e até no México.

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Massacre na creche mudou a segurança pública nas escolas

Desde o fatídico dia que marcou a história de Blumenau de uma maneira tão trágica, a segurança pública nas unidades escolares mudou de maneira significativa e para melhor. A partir desta data, criou-se uma discussão sobre segurança escolar, tema quase ou nada discutido até então. Infelizmente, foi preciso a morte de 4 inocentes, para que alguma decisão fosse tomada.

Hoje, após um ano, muitos projetos e programas foram desenvolvidos entre a segurança pública, as unidades de educação municipal e estadual e a contratação de segurança privada. Com o intuito de prevenir possíveis práticas terroristas em locais com muitas vítimas, a desordem e crimes nas escolas, a Polícia Militar desenvolve ações permanentes nas escolas. Através da Operação Minha Escola e do Programa de Segurança Escolar, a PMSC realiza policiamento frequente dentro e fora dos colégios.

A técnica consiste em treinar os professores e funcionários para se defenderem de possíveis ações criminosas. O programa se aplica em 3 pilares, a seguir o Capitão Jorge explica o que é o indicado fazer nesses momentos

A Polícia Militar de Santa Catarina, com o intuito de mitigar ações como de saudades de Blumenau, orienta a adotar o protocolo norte-americano que contém as condutas de fugir, esconder e lutar. A primeira ação do protocolo é fugir, onde é fundamental saber de onde vem a ameaça e correr para o lado oposto. Conhecer o local onde se encontra, saber as rotas de fuga e deslocar com cautela para o local que está de seguro. Vale ressaltar para não se importar com objetos pessoais e materiais, o importante é a sobrevivência. A outra opção é esconder, permanecendo de forma silenciosa em um local seguro. Analise a mobília da sala em que você ocupa, otimizando para o caso de precisar bloquear a sala, examinando estrategicamente locais para ficarem cobertos e para se posicionar em caso de ataque. Por fim, a conduta de lutar, que deve ser tomada como último recurso quando não houver como fugir ou se esconder. Utilize objetos que possam servir como arma para se defender, e examine locais onde poderia ficar posicionado para atacar de surpresa o agressor.

Pensando no melhor para as crianças e adolescentes, o Secretário Municipal de Educação, Alexandre Matias, comenta quais medidas preventivas foram adotadas nas redes municipais a partir daquele dia

Revivendo sentimentos muito dolorosos, relembrando o que aconteceu aqui nas nossas cidades no dia 5 de abril de 2023. É importante a gente relembrar que uma semana após o ocorrido, nós já disponibilizamos 150 vigilantes armados para todas as nossas 131 unidades. Além disso, nós fizemos uma capacitação com todos os nossos quase 5 mil servidores, uma capacitação em parceria com a Polícia Militar de Santa Catarina, para que todos tenham conhecimento das prevenções com relação a uma situação como essa. Estamos fazendo a instalação de câmeras de monitoramento e botões de emergência de alerta interligados com a Polícia Militar e também com nosso Centro de Operações da Prefeitura. Também estamos fazendo um melhoramento do cercamento e também do muramento das nossas unidades para que nós tenhamos ainda mais segurança também nas questões físicas da rede pública municipal, sem falar também do nosso plano de contingência que já foi elaborado e está sendo colocado em prática para que nós tenhamos uma rede pública municipal ainda mais segura, sem somar dúvidas. Nosso objetivo maior é a segurança das nossas crianças, dos nossos estudantes, dos nossos profissionais de educação para que todos os pais e familiares tenham a tranquilidade necessária.

Em comitiva por Blumenau, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, informou várias novidades na segurança pública do Estado, e destacou a participação da força policial na área cibernética.

Desde a Constituição do CYBERLAB, em agosto, por determinação, para monitorar a rede social, nós identificamos 26 possíveis ataques em escolas. E nós atuamos preventivamente, evitando que esses ataques não acontecessem. Desses 26 casos, grande parte não foi nem em Santa Catarina. Tivemos casos no Rio Grande do Sul, em São Paulo e até no México.

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