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Mariana: mineradoras propõem indenização de até R$ 127 bilhões pela tragédia da barragem de fundão

tragédia de Mariana

Na última semana, as mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton apresentaram uma proposta de indenização no valor de até R$ 127 bilhões para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em Mariana em 2015. As negociações, retomadas recentemente, envolvem os governos federal, de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de instituições judiciais, sob mediação do Tribunal Regional Federal da 6ª Região, em Belo Horizonte.

De acordo com informações divulgadas pela Vale, as mineradoras consideram ter despendido cerca de R$ 37 bilhões em ações de compensação até o momento. Desse total, mais de R$ 17 bilhões foram destinados a pagamentos e aproximadamente 430 mil indivíduos afetados pelo desastre.

A proposta inclui um pagamento adicional em dinheiro de R$ 72 bilhões aos governos federal, estaduais e municipais impactados, além de aproximadamente R$ 18 bilhões destinados a outras obrigações.

Além disso, as mineradoras propõem que 50% do montante seja assumido pela BHP e pela Vale como devedores secundários, caso a Samarco, responsável pela barragem, não tenha capacidade financeira para arcar como devedora primária.

As partes envolvidas destacaram o objetivo de alcançar a liquidação definitiva das obrigações relacionadas ao desastre, mantendo-se engajadas para avançar nas negociações e aprovar um acordo final.

Considerando a primeira proposta apresentada no ano passado, o valor atual do acordo de reparação do desastre é três vezes maior. Na ocasião, as mineradoras queriam pagar cerca de R$ 40 bilhões pelos danos provocados pela tragédia, enquanto o poder público reivindicava aproximadamente R$120 bilhões. Essa divergência paralisou as negociações por cerca de quatro meses.

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Na última semana, as mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton apresentaram uma proposta de indenização no valor de até R$ 127 bilhões para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em Mariana em 2015. As negociações, retomadas recentemente, envolvem os governos federal, de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de instituições judiciais, sob mediação do Tribunal Regional Federal da 6ª Região, em Belo Horizonte.

De acordo com informações divulgadas pela Vale, as mineradoras consideram ter despendido cerca de R$ 37 bilhões em ações de compensação até o momento. Desse total, mais de R$ 17 bilhões foram destinados a pagamentos e aproximadamente 430 mil indivíduos afetados pelo desastre.

A proposta inclui um pagamento adicional em dinheiro de R$ 72 bilhões aos governos federal, estaduais e municipais impactados, além de aproximadamente R$ 18 bilhões destinados a outras obrigações.

Além disso, as mineradoras propõem que 50% do montante seja assumido pela BHP e pela Vale como devedores secundários, caso a Samarco, responsável pela barragem, não tenha capacidade financeira para arcar como devedora primária.

As partes envolvidas destacaram o objetivo de alcançar a liquidação definitiva das obrigações relacionadas ao desastre, mantendo-se engajadas para avançar nas negociações e aprovar um acordo final.

Considerando a primeira proposta apresentada no ano passado, o valor atual do acordo de reparação do desastre é três vezes maior. Na ocasião, as mineradoras queriam pagar cerca de R$ 40 bilhões pelos danos provocados pela tragédia, enquanto o poder público reivindicava aproximadamente R$120 bilhões. Essa divergência paralisou as negociações por cerca de quatro meses.

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